terça-feira, 22 de julho de 2008

Emprego: 4 sinais de que a sua busca não está funcionando, e como corrigi-los



 
 

Enviado para você por Penha através do Google Reader:

 
 

via Efetividade.net de augusto em 04/07/08

É comum que as pessoas em busca de emprego ignorem os sinais de que os seus métodos não estão funcionando. Muitas vezes elas preferem não saber, por comodismo ou mesmo desespero. Outras vezes elas de fato não reconhecem os sintomas.

Mas persistir em uma tática que não vem dando resultado pode ser um desperdício de esforço e tempo, especialmente se você precisa do emprego. Assumindo que você está qualificado para as vagas que busca, é preciso ficar atento aos indícios, e corrigir o rumo quando necessário.

Para facilitar a identificação e a correção de rumo, preparamos (com bastante ajuda do artigo "Four Glaring Signs Your Job Search Is Not Working and 19 Ways to Improve It") uma lista dos 4 sinais essenciais aos quais você precisa ficar atento, e como reagir a cada um deles.


 

Sinal 1: você passa seu tempo procurando vagas nos classificados e na Internet

Classificados e sites de anúncios de vagas são bons para complementar a sua estratégia, mas não podem ser a base dela, especialmente no caso de trabalhadores qualificados. Muitas empresas só recorrem a anúncios de emprego quando esgotam todas as fontes melhores e mais baratas, como a solicitação de indicações de conhecidos dos funcionários existentes e a consulta a bancos de currículos (internos ou externos) já existentes.

Nem sempre é o caso, mas com certeza há bem mais vagas em aberto do que aquelas que saem no jornal. Você precisa enviar proativamente seu currículo para as empresas, e fazer com que sua rede de contatos saiba o que você está buscando, para eventualmente poder indicá-lo, ou dar a dica certeira.

Quando os contatos atuais não forem suficientes, pode valer a pena ser *um pouco* chato e procurar até mesmo aqueles que você não vê há tempo, incluindo colegas de faculdade, membros de equipe de empregos anteriores, etc. Mas seja pessoal e bem seletivo - ninguém gosta de quem só procura os demais no momento de necessidade, e nessas circunstâncias poucos darão importância a um e-mail impessoal e enviado a dezenas de pessoas.

Este também pode ser o momento para passar a participar mais ativamente em associações profissionais, conselhos, organizações do seu bairro, fóruns na Internet, institutos e outros recursos em que possam se reunir pessoas que possam ser o contato entre você e a vaga desejada.

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Sinal 2: você vai atrás de quaquer vaga que veja em sua frente

Isso tende a não funcionar. Você precisa definir uma estratégia, e segui-la. O primeiro passo é ter consciência de suas aptidões, pontos fortes e vulnerabilidades. Quanto antes você identificá-los, melhor, pois tentar lidar com eles apenas em uma situação em que você já está em dificuldades é sempre mais difícil. A partir do conhecimento de si próprio, defina que tipo de vaga você está buscando, sendo tão seletivo quanto a sua situação permitir.

Delimite por mercado, por região, por natureza da atividade, ou pelo critério que fizer mais sentido para você. Tendo escolhido um conjunto de parâmetros, todas as outras etapas (como a preparação do currículo e a seleção das vagas) poderão ser melhor direcionadas e aproveitadas. Mas cuidado para não construir muros ao redor de si: ao longo do processo, saiba quando rever os parâmetros definidos.

Assim você pode focalizar a sua energia nas vagas que realmente o interessam e para as quais está qualificado, sem desperdiçar esforço com aquelas que não resolverão seu problema.

Mas seja realista durante todo o processo. Emprego não é loteria, e inscrever-se em processos seletivos para os quais você sabe que não está qualificado tende a ser um desperdício de esforço e um grande redutor de auto-estima.

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Sinal 3: você envia muitos currículos, mas não é chamado para entrevistas

Você precisa dar às empresas uma razão para classificá-lo e selecioná-lo. Os currículos estão mesmo bem feitos e adequados às vagas que você está buscando? Você prepara uma boa folha de rosto deixando claro qual é a vaga que está buscando, e por que acredita que tem um diferencial para ela? E você tem mesmo um diferencial, ou escreve algo que poderia ser dito sobre quase qualquer outra pessoa? "Aplicado, dinâmico e com sede de aprender"?

Ao escrever o currículo e os demais materiais, pense sempre naquilo que o diferencia, considerando os interesses da empresa, e não os seus. O foco de quem avalia e classifica é identificar o que você pode fazer pela empresa, e não apenas verificar se você atende aos requisitos mínimos. E coloque as informações essenciais em destaque - se o processo de seleção tiver muitos candidatos, é possível que muitos currículos sejam descartados já ao ler o segundo parágrafo!

Adapte cada currículo à vaga ou empresa específica, considerando as pistas dadas no próprio anúncio da vaga na hora de escolher suas características que devem ser destacadas, e as palavras-chave que devem ser mencionadas. Quando terminar, peça para que pessoas de sua confiança - de preferência, com experiência na área para a qual você está concorrendo - avaliem e lhe ajudem a fazer a versão final.

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Sinal 4: você até é chamado para entrevistas iniciais, mas nunca passa disso

Pode haver algo errado com o seu desempenho em entrevistas. Pratique e ensaie com pessoas de sua confiança - de preferência, com experiência na área para a qual você está concorrendo, e descubra o que pode ser melhorado - inclusive quanto ao seu posicionamento e atitude.

Antes de ser entrevistado, pesquise sobre a empresa e as vagas, e pense nas razões pelas quais a empresa deveria estar interessada especialmente em você para esta vaga, e procure deixar claras essas razões. Lembre-se sempre que o seu objetivo não é apenas demonstrar que você está apto, mas sim comprovar que você é melhor do que os demais candidatos. Lembre-se de equilibrar a demonstração de interesse: você não pode parecer apático, mas também não vai ser contratado se parecer desesperado.

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