quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Brasileira fugida do Líbano desembarcou em Curitiba



 
 

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via JC OnLine - Notícias em 11/09/08

Fugitiva do Líbano e do marido, a quem acusa de maltratá-la, e vivendo um drama desde 21 de julho, quando tentou pela primeira vez deixar o país, a paranaense Nariman Osman Chiah, de 21 anos, desembarcou nesta quinta-feira (11), por volta das 10h30, no aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. "Vou festejar bastante, estou muito emocionada", disse. Ela afirmou que, a partir de agora, só quer tranqüilidade para criar o filho de seis anos, que a acompanhou na fuga, e a filha que deve nascer em janeiro. A antecipação da chegada, inicialmente prevista para a tarde, não impediu que cerca de 50 pessoas a esperassem no aeroporto. O cansaço de uma viagem que começou por volta das 13 horas de quarta-feira (10) em Istambul, na Turquia, ficou mais estampado na emoção de reencontrar a família. As palavras dos familiares e dela própria eram de agradecimento, sobretudo à Embaixada brasileira na Síria, onde a documentação foi regularizada para que a viagem ao Brasil pudesse ser concretizada. De Curitiba, ela foi a Matinhos, no litoral do Paraná, onde os pais, que também são libaneses, possuem um restaurante. Nariman casou-se com Ahmed Holeihel no Líbano, quando tinha 14 anos. Posteriormente, voltou ao Brasil para o parto do filho, mas acabou ficando. Por um ano e meio, esteve separada do marido. Quando reataram o casamento, no começo do ano, decidiram voltar ao Líbano. Segundo ela, quando chegaram a Baalbek, onde viviam, Holeihel passou a maltratá-la e ao filho. Por isso, tentou deixar o país no dia 21 de julho, mas um tribunal religioso a impediu, pois o marido a acusava de abandono do lar e seqüestro do filho. Com a ajuda do Consulado brasileiro e de uma organização não-governamental, ela passou a viver em um refúgio no Líbano para mulheres vítimas de violência, à espera de uma solução para o caso. Na semana passada, decidiu fugir juntamente com o filho, tendo a ajuda de dois homens. Conseguiram cruzar a fronteira com a Síria, mas foram barrados ao tentar entrar na Turquia, pois a documentação não estava regularizada. Depois de percorrer parte do caminho a pé, Nariman e o filho conseguiram abrigar-se na Embaixada brasileira em Damasco, onde foram resolvidos os problemas burocráticos para chegar ao Brasil. O marido de Nariman tem no Brasil um pedido de prisão preventiva, pois deixou de comparecer a uma audiência judicial por acusação de contrabando. Fonte: AE

 
 

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