segunda-feira, 6 de outubro de 2008

O BARRIL AMARELO | BLOGARITMOX



 
 

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DIRETO DO BLOGARITMOX

O BLOGARITMOX preparou pra você um especial com tudo o que foi dito, ou não, no último Pânico na TV, que trouxe finalmente a entrevista com o
Carlos Villagrán. O ator recebeu muito bem a equipe do Pânico, comportamento que eu acredito que ele dispensa a todos os seus fãs, principalmente quando tem o nome Brasil na história. Ele sabe que o Kiko é também muito popular por aqui, já se encontrou com seu dublador Nelson Machado, se diz muito grato a ele e até se dispõe a imitá-lo de vez em quando.
Mas por outro lado, incomoda o fato de que Villagrán não foi cem por cento verdadeiro nas respostas que deu ao Pânico. Ele ainda se diz criador do Kiko, coisa que não é. No máximo, ajudou a compor o personagem criado pelo Chespirito, e claro, sem a sua interpretação o Kiko não existiria. Villagrán admite que o personagem poderia ter qualquer outro nome (Paco, Silvio, Vesgo...), mas por acaso se chama Kiko. Sabe por que? Porque o criador, Chespirito, quis assim.
Para aqueles que não sabem, vamos abrir uns parênteses para explicar novamente como surgiu o Frederico. Rubén Aguirre, o Professor Jirafales, já trabalhava com Villagrán antes de Chaves, no programa El Club de Shory (foto). E o Carlos tinha um personagem bastante conhecido no México, um (se não me engano) boneco de bochechas infladas chamado Pirolo - que inclusive era seu apelido por lá. Foi Ruben que levou Villagrán ao encontro de Chespirito, que estava em vias de criação de Chaves. Chamaram-no para interpretar um menino pra ser amigo do Chaves. Carlos teria interpretado um simpático guri de nove anos, mas de bochechas coradas e normais. Conhecedor da fama do tal do Pirolo, Chespirito pediu: infle as bochechas. Deixe-as assim.
E nasceu o Kiko.
Enfim, Carlos ignorou esse episódio ao ser perguntado como tudo começou. O Pirolo, que deveria ter marcado sua carreira, hoje é só uma página esquecida no passado. Sem embargo, ele era sim jornalista, como muitos sabem.
Quando perguntado sobre como entrou para o Chaves, respondeu: "Não era para ser um programa inteiro, mas apenas uma esquete de 10 minutos, que ninguém sabia se ia se repetir. Mas o sucesso foi tão grande que desse esquete veio a estréia de um programa de uma hora. Começamos em 1972". Há uma confusão em torno do ano de estréia do Chaves. Para uns foi 1971, mas o próprio elenco diz ter sido em 1972.
Sobre as gravações, o ator confessa: "Éramos uma família. Compenetrados, todos sabíamos o texto de cor". Seu colega preferido, como todos sabem, era o Seu Madruga. É bom observar que o Pânico tem todas as glórias por ter feito a entrevista, mas cá pra nós, praticamente todas as perguntas feitas são daquelas que o Carlos Villagrán tem respondido há décadas. Como, por exemplo, se ele põe algodões nas bochechas pra fazer o Kiko. Há muito tempo nós sabems que não, esse é um dom natural dele.


 
 

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