segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Indústria tem o melhor mês desde o agravamento da crise, avalia IBGE

 
 

Enviado para você por Penha através do Google Reader:

 
 


RIO - O mês de julho registrou o melhor desempenho da produção industrial desde o agravamento da crise internacional, em setembro do ano passado. A alta de 2,2% entre junho e julho levou o patamar de produção ao nível de janeiro de 2007, embora ainda esteja 10,6% abaixo de setembro, quando o pico histórico foi atendido.De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o avanço registrado em julho está acima da média mensal de 1,5% observada no primeiro semestre.

" O resultado de julho é o melhor desde a crise. A indústria está trabalhando com perspectivas melhores " , frisou Isabella Nunes, gerente de análise e estatísticas derivadas do IBGE.

A economista ressaltou que o desempenho de julho foi sustentado por todos os setores, com crescimento em 23 dos 27 ramos pesquisados e alta em todas as categorias de uso. Entre as categorias, o maior destaque ficou com os bens de consumo duráveis, com avanço de 4,6% entre junho e julho, puxado pelo crescimento de 8,9% das máquinas e equipamentos, que, por sua vez, sofreram influência das vendas da linha branca, estimuladas pela desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Isabella destacou que, mesmo com um patamar de produção 10,6% inferior ao observado em setembro, sete dos 27 ramos pesquisados já apresentam resultados positivos na trajetória de setembro de 2008 a julho deste calendário. No mês de junho, bebidas e perfumaria, sabões, detergentes e produtos de limpeza - dois segmentos altamente ligados ao consumo interno - apresentavam taxas positivas na comparação com setembro. Em julho, juntaram-se a estes dois segmentos outros cinco ramos de atividade.

Entre setembro de julho, estão positivos os setores de perfumaria, sabões, detergentes e produtos de limpeza (+9,3%); bebidas (+5,3%); máquinas para escritório e equipamentos de informática (+4,6%); farmacêutica (+1,8%); outros produtos químicos (+1%); fumo (+0,3%); e outros equipamentos de transporte (+0,3%).

" Esse crescimento de julho, embora seja inferior ao de 3% observado entre dezembro e janeiro, acontece sobre uma base de produção muito mais forte, já que, em dezembro, ocorreu o auge dos efeitos da crise sobre a indústria " , afirmou Isabella.

(Rafael Rosas | Valor Online)

 
 

Coisas que você pode fazer a partir daqui:

 
 
TwitThis
Share |

0 comentários:

;

Pesquisa na WEB

Carregando...

assine o feed

siga no Twitter

Postagens

acompanhe

Comentários

comente também