segunda-feira, 13 de abril de 2009

Novo Acordo Ortográfico: Vogais nasais e ditongos



 
 

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via Letras em Destaque de Andréa Ilha em 06/04/09

A Base VI é curtinha, e fala sobre a nasalização. Diz que a nasalização será representada pelo uso do til, mesmo em palavras derivadas de nasal. Assim, por exemplo: Se temos algo que consideramos "de forma sã", podemos dizer que se trata de algo que "ocorre sãmente". Esse treco aí, o tal de "sãmente", é o advérbio derivado de sã (são). Hihihihihi! Que feio! Tomara que nunca precisemos usar essas formas!

Mas tem mais coisas. Aliás, uma das explicações é tão mal feita que eu tive de ler e reler e reler e quase rasguei meu diploma porque não conseguia entender. Mas, na verdade, trata-se de algo óbvio e simples (explicado de forma obscura e complicada). É o seguinte:

1. Quando uma palavra termina com a vogal A nasalisada, ela tem til. Exemplos: afã, romã, amanhã.
2. Quando uma palavra termina com outra vogal nasalisada (ou seja, que não é a vogal A), essa nasalização acontecerá pela presença da consoante M. Exemplos: clarim, assim, batom, remem.
3. Quando uma palavra termina em vogal nasalizada que não seja A, e tiver um S no fim da palavra (a última letra), antes do S virá um N. Exemplos: batons, clarins, flautins, zunzuns.

OBS.: Sabemos que os verbos têm conjugações terminadas em A nasal, como, por exemplo, matam. Nesses casos, a regra é a de sempre (como, de fato, é mesmo): mantemos com o M, mesmo sendo a vogal A. Isso não está dito no acordo, portanto, fica como já estava antes. Aliás, não sei para quê essas explicações tolas de algo que sempre foi como agora será... Ai, ai...

****

Pois bem, quanto aos ditongos, a Base VII (lemos Base Sétima, e não "Base Sete", tá?) é bem mais longa. Felizmente, trata-se muito mais de explicar o que são os ditongos orais e os nasais, e como são grafados, do que de explicar algo que mude nessas regras. Em outras palavras, a questão dos ditongos permanece a mesma que sempre foi. E como é que era antes? Acho que já postei sobre isso, mas em um outro momento volto a postar sobre isso. O importante é saber que o que aprendemos na escola a respeito de ditongos continua valendo (u-hu!).




 
 

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